Famílias em extrema pobreza são assistidas pelos Cras nos pontos de distribuição de cestas básicas

Vitor Santos/Ascom Sempre

As equipes dos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) realizaram 2.441 atendimentos às famílias em extrema pobreza, beneficiadas com cestas básicas, nas três fases da Operação Salvador Por Todos. Os técnicos das unidades, geridas pela Secretaria de Promoção Social e Combate à Pobreza (Sempre), fazem escuta social, e encaminham, caso haja necessidade, para a rede sociassistencial. Dentre os serviços oferecidos e mais procurados estão a regularização de documentação e cadastro para benefícios eventuais, além do Bolsa Família.

A distribuição de cestas básicas é destinada a pessoas que vivem abaixo da linha da pobreza, inscritas no Cadastro Único e que não tenham recebido anteriormente benefício semelhante do município. Na primeira fase da ação, entre 27 de abril e 1º de maio, foram feitos 1.722 atendimentos, destes, 376 foram encaminhadas aos serviços da secretaria.  Na segunda fase, realizada entre 2 a 4 de junho, foram 456 atendimentos e 189 encaminhamentos. Já na terceira fase, entre o período de 14 à 16 de julho, foram 263 atendimentos.

Os principais serviços dos CRAS são: benefícios autônomos e eventuais, como auxílio moradia e funeral; orientações sobre o Benefício de Prestação Continuada (BPC); documentação civil; bolsa família e INSS, além do acesso à rede socioassistencial básica.

A secretária da Sempre, Juliana Portela, ressalta que “muito além de contribuir para garantia das necessidades básicas das pessoas em vulnerabilidade,  através  desse atendimento humanizado dos CRAS, conseguimos, também, aproximar e fortalecer o vínculo desse público com a nossa rede socioassistencial”, afirma. Conforme a titular da pasta, “a rede de proteção social contribui para que os direitos da população de baixa renda sejam garantidos”.

Para a diretora de Proteção Social Básica, Emanuelle Rodovalho, o Cras tem sido porta de entrada também para famílias que ainda não são assistidas nas nossas unidades. “Os centros têm atraído o público em geral que está passando por dificuldade devido à pandemia do coronavírus”.

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