Complexo Social de Pau da Lima completa um ano nesta sexta (28)

Aliado a isso, os moradores do bairro e localidades adjacentes contaram com o projeto na unidade que realiza aulas de educação profissionalizante gratuitas. As atividades são destinadas a pessoas em situação de vulnerabilidade social, inscritas no CadÚnico, beneficiárias ou não do Programa Bolsa Família, na faixa etária de 18 a 60 anos.

Conforme comemora o secretário de Promoção Social, Combate à Pobreza, Esporte e Lazer (Sempre), Kiki Bispo, a inauguração desse equipamento foi uma inovação que não apenas beneficia a população mais carente com a doação do alimento. A estrutura trouxe para a pasta, ainda, a expertise de como, em um só programa, mudar a vida de inúmeras pessoas através do ensino de uma profissão.

“Isso nos deixa bastante felizes e com metas de ampliar essa ação para mais pessoas. O resultado desse programa já superou 150 mil pessoas carentes atendidas em um ano com o ganho do alimento. Promovemos 13 turmas, entre cursos de salgados comerciais, cozinha básica, pizzaiolo, bombons e trufas, preparo de bolos tradicionais, abará e acarajé, aplicativos básicos de informática e básico de corte e costura com 234 alunos inscritos e 148 alunos formados, mesmo nesse período em que as pessoas estão se prevenindo e mantendo o isolamento. E nós cumprimos todo o protocolo sanitário”, relatou Bispo.

A previsão, segundo o gestor, é de que 2 mil pessoas sejam capacitadas por mês profissionalmente, após a pandemia. “É um espaço pensado também para o pós-pandemia, onde as pessoas possam ressignificar suas vidas e retomar a autonomia financeira, levando em conta de que o Complexo Social está localizado em um dos bairros mais centrais da nossa cidade, com comércio intenso, residenciais e áreas que concentram extrema pobreza”, completou o secretário da Sempre.

Funcionamento – O restaurante funciona das 11h às 13h30, na Avenida Aliomar Baleeiro, principal via da região, com alimentação em quantidade adequada e nutricionalmente balanceada, além de orientações para realizar a higiene pessoal. Após a crise provocada pelo coronavírus, as refeições serão vendidas por R$1.         

Fotos: Jefferson Peixoto/Secom

Publicado em 28/05/2021

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